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Notícia

Em parceria com Instituto Plano de Menina, Identidades do Brasil, Afrolever e Asminas, a companhia se compromete a ter mais negros em sua comunicação e em sua equipe.

Para promover um mundo mais igualitário e com oportunidades para meninas negras de todo o Brasil, especialmente de regiões periféricas, a Seda anuncia compromissos em prol da inclusão racial. São eles dar mais protagonismo negro nas comunicações, mais oportunidades para profissionais negros e mais apoio à realização de sonhos. Para viabilizar ações propositivas neste sentido, a companhia se associou à parceiros estratégicos como os institutos Plano de Menina e Identidades do Brasil (ID_BR), e os coletivos Afrolever e Asminas.

Marca se compromete a ter ao menos 50% de negros na comunicação (crédito: divulgação)

Em relação à comunicação, a marca se compromete a ter ao menos 50% de representatividade negra em suas peças publicitárias, além de amplificar vozes por meio da contratação de artistas e influenciadores. Em suas redes sociais, a proposta é viabilizar conteúdos e discussões que inspirem meninas negras a sonharem mais alto e explorarem possibilidades na forma como usam e estilizam seus cabelos.

Com o selo “Sim à Igualdade Racial”, conferido pelo instituto ID_BR, a Seda se compromete a estimular a contratação de profissionais negros em sua rede de parceiros. Como parte desse compromisso, a companhia fechou uma parceria com Asminas, agência baiana de marketing digital e influência, que produz conteúdo e assessora influenciadores negro, LGBTQIA+ e da periferia. Agora, a agência passa a contribuir com conteúdo nas redes sociais da marca.

Além disso, a Seda continuará promovendo o acesso a conhecimentos e ferramentas que ajudem meninas a explorarem possibilidades e realizarem sonhos. Em parceria com o Instituto Plano de Menina, a companhia lançou a jornada digital “Planejando Meus Sonhos” que já apoiou meio milhão de garotas a começarem a transformar seus sonhos em realidade. A fim de proporcionar um impacto ainda mais transformador na vida destas meninas, neste mês o projeto passará a contar com mentorias virtuais conduzidas por meio do WhatsApp. Com início em dezembro, as primeiras turmas de mentoria terão suas 2,5 mil vagas integralmente destinadas para meninas negras.

**Crédito da imagem no topo: Mariana Mikhailova/iStock

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